Serve-se um olhar mundano e libertino. Serve-se uma arrogância sonhadora e juvenil. Serve-se uma ironia coerente e um humor valorativo. Serve-se tradição e modernidade. Serve-se na condição humana, Brinda-se com a casmurrice pessoal!

01
Jul 08

 

Depois de mais um longo e custoso trabalho finalizado, ao dar um jeito na grande quantidade de papel que volta a invadir e assolar a minha secretária mais uma vez na recta final de mais um semestre, encontrei uns pequenos apontamentos de francês, oriundos do meu secundário muito provavelmente, nos quais, assim muito curiosamente, estava um pequeno e interessante provérbio francês ao qual hoje achei bastante graça e peculiaridade. Partilho-o com vocês:

 

L'amour platonique est toujours plat... et jamais tonique!

 

publicado por Casmurro às 23:50

LOL...
Sou muitas vezes assolada por esse mal...
abelhinha a 2 de Julho de 2008 às 22:23

Somos todos!!

Se bem que já passei um bocado essa fase, digo eu...

Sim, acontece o mesmo comigo, muitas vezes apenas há tempo para uma visitinha de médico até ao teu café, mas depois vou voltando sempre para, com mais tempo, pedir outro pacote de açúcar ;)

**
Casmurro a 4 de Julho de 2008 às 00:59

C'est vrai! L'amour platonique... ne fait aucun bien!

Boa sorte para a conclusão do semestre!

Beijo com café e sem chocolate por causa da alergia!
Café e Chocolate a 3 de Julho de 2008 às 12:13

Às vezes faz bem, crescemos muito com eles em determinadas fases de vida ;)

Obrigado pela força, e pela visita! =) E obrigado pelo beijo "acafeínado", mas 1 bocadinho de chocolate também sabe bem agora com tanto trabalho e cansaço =p

Espero que continues a aparecer por esta estalagem que terá semrpe portas abertas ;)

Beijo casmurro*
Casmurro a 4 de Julho de 2008 às 01:03

Vá lá, tá quase, falta apenas um esforço final!!!
Abraços!
PC
Anónimo a 3 de Julho de 2008 às 16:16

Tem que ser! ;)

Retribuio a força e coragem para esse esforço de escrita final grande Peter!
Casmurro a 4 de Julho de 2008 às 01:05

Eu até acho, que de certo modo, o amor platónico é uma coisa boa.
Há alturas e situações em que faz todo o sentido.
E tem o lado bom de não magoar. :)

Beijinhos e continua com as casmurrices de sempre.
Mariana a 4 de Julho de 2008 às 01:16

De certo modo é (uma boa coisa), foi o que disse em cima, às vezes crescemos muito com esses amores em determinadas fases da vida!

Aliás, o próprio provérbio não afirma que estes são negativos, apenas expressa que não são solução ;) não são o tónico para a vida =P

Continuarei minha cara, continuarei...

Beijo casmurro como só eu consigo ser ;) *

Quem te diz que por vezes não são solução?
E podem ser um tónico, podem servir como recomeço para outra coisa qualquer meu caro. :P
Podes chamar-me "romântica incurável", mas não concordo muito com o provérbio.

Beijinhos e, sim, és o casmurro por excelência.
LOL :P
Mariana a 4 de Julho de 2008 às 01:35

Não é solução no sentido que o amor platónico, na acepção do termo, é um amor ideal, cego, obcessivo, na ideia de Platão como algo não fundamentado em paixões mas apenas na virtude!

Agora concordo que possam ser muitas vezes luzes para outros caminhos. Aliás, neste sentido de uma concepção de amor puro e desprovido de paixões, centra-se essa tal obcessão, e lá está, mais um provérbio, este português, de que o "maior cego é aquele que não quer ver" =P

Eu próprio, admito, tenho uma veia romântica bem saliente, se muitas vezes não sobressai muito em algumas paixões, pelo menos no estilo de vida está evidente! Mas concordo um pouco com este ditado, mas não me interpretes mal, foram muitos os meus amores platónicos também ao longo da juventude, e aprendi sempre algo com qualquer um deles! ;)

Eu sei que sou =p é isso que dá graça a esta estalagem e aos momentos de vida que partilhas comigo!...

Eu continuo a achar que é uma lufada de ar fresco e só faz bem para espairecer. Não o acho obsessivo .
Quanto à tua veia romântica duvido. lol Deve ser daquelas que quando vais tirar sangue têm de apertar imenso o braço para a ver. ( repara na qualidade deste apontamento humorístico). P

Sim, as tuas casmurrices animam os meus dias. :)

Beijinhos
Mariana a 4 de Julho de 2008 às 02:33

O que seria da vida sem um ou outro amor platonico? =) tao bom q é =) e a mariana tem razao, n se sofre, pelo menos nao tanto ;) o nosso caro professor de etica certamente concorda que vida sem um amor platonico pelo menos nao é vida plena =P menino casmurro, confessa q ja tiveste os teus! desafio-te! =P

beijinho este rapaz é de ouro meninas!
Li a 4 de Julho de 2008 às 02:21

Lol

É claro que são importantes, nas respostas à mariana nunca disse que não!

E é evidente e natural, e confesso claro, que já tive os meus, como qualquer um de nós, e olha que eu tive bastantes =P

Ouro não Li,,, mas prata =P lolol

Beijito*

Diria mais latão ou aluminio. :P
( eu hoje estou espirituosa)

Beijinhos e parabéns pelo record de posts. lolol
Mariana a 4 de Julho de 2008 às 02:37

Pronto queres a prata a gente dá-te a prata... =P so qualidades miguel, ate é modesto este rapaz!!!

Ja percebeste q se queres mts comentarios o tema do amor é sempre bom e afecta a todos! portanto continua nesta onda q vais bem =P

Beijinho e mais uma vez este carmurrinho era fofissimo qd era bebe!!! devias andar smp c fotos p mostrar! =P ****
Li a 4 de Julho de 2008 às 11:59

Assim ando todo babado =D quer pelos elogios, quer de facto pelo grande volume de comentários! =)

Era tão bom que tanto esta estalagem como as nossas vidas estivessem sempre tão cheias assim ;)

Beijos Li e Mariana *
Casmurro a 6 de Julho de 2008 às 23:22


O amor platônico é o mais precioso auxiliar daquele que quer atingir a perfeição,
pois o movimenta em direção a ela. É sublime e poderoso; faz-nos procurar o que nos
falta, garantindo a essência, as formas, o ser e o conhecimento. O amor platônico é
filósofo porque nos faz ver que a verdade de nossa natureza que é o procurar, o procurar
o saber. Essa a lição do Banquete.
Amor platônico, na acepção moderna, é toda a relação afetuosa em que se abstrai
o elemento sexual, idealizada, por elementos heterossexuais de gêneros diferentes -
como num caso de amizade pura, entre homem e mulher. Esta definição difere da
concepção do amor ideal de Platão, que concebera o Amor como algo essencialmente
puro e desprovido de paixões. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num
interesse (mesmo o sexual), mas na virtude.
=D



Luna Crisla a 25 de Maio de 2009 às 18:12

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