Serve-se um olhar mundano e libertino. Serve-se uma arrogância sonhadora e juvenil. Serve-se uma ironia coerente e um humor valorativo. Serve-se tradição e modernidade. Serve-se na condição humana, Brinda-se com a casmurrice pessoal!

05
Jun 06
Depois de um fim-de-semana fora sinto-me "afastado". Não só por terem ocorrido acontecimentos relavantes nos quais queria ter estado presente, como também porque começou hoje a "praga das frequencias"... 5 para fazer em 10 dias (a de hoje até não correu mal, e o estudo tinha sido mínimo, mas vendo bem, a avaliação do exercício que valia logo 10 valores é muito subjectiva...e era também de todas as que havia para fazer, se não a mais facilitada, das mais fáceis), e paciência para o estudo: pouca ; vontade: praia e descanso. Como se não bastasse surgem outras notícias na vida familiar nada motivantes...antes pelo contrário =s.

Se tivesse que descrever esta pequena agonia, diria talvez que, me sinto, "só". Lia no outro dia: "A solidão, com efeito, não é estar sozinho, mas é a ausência de um significado". Pergunto-me, o meu significado de vida, todos os meus objectivos e sonhos, todo as minhas certezas e dúvidas, desapareceram de um dia para o outro, por estar a atravessar uns dias mais melancólicos...? Com certeza que não...ou seja, não sei descrever como me sinto, o que deveras não é bom sinal...

Passava à bocado por um antigo espaço meu, e ressaltou-me um pequeno poema que fiz há alguns meses, e que no fundo, me reconfortou um pouco.Decidi assim colar esse post:

"
Divagar...
(Bem acreditem ou n isto foi escrito n1 aula [de T.C.] deste segundo anito d fac, onde literalment n havia nd pa fzr lol, por isso n resmungem mt :P pk simplesment hj saiu, te pk nunca me costumo mt chegar pa este mundo lol entre " " [poesia],aki fica:)


Quanto não deverá custar
Não sentir num olhar
O poder de transformar

Quanto custará não sentir
Olhar o outro e não conseguir rir
Estar bem e só querer partir

Não perceber porquê apertar a mão
Ser apenas mais um no meio da multidão
Cair e ninguém nos levantar do chão

Ter tempo de mais para dar
E ninguém o abraçar,
Falar e não esperar alguém ouvir,
Para entrar, a porta não abrir,
No carrocel da vida, solidão,
Para quê guardar, e não partilhar , se a vida é comunhão...?
...Quanto custará dizer não...?! "


E ainda acrescentar 1 clip acústico de uma banda que já foi em tempos antigos a minha favorita...

publicado por Casmurro às 23:54

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